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UMA HISTÓRIA – MUITAS MÃOS

O Ateliê Bakanudu é um lugar de conversas sobre Arte, Teatro e Pedagogia das artes, com espaço para as criações nas diferentes linguagens, oficinas e encontros bacanas.

Eu sou a Dani Diogo, idealizadora do Ateliê Bakanudu, bacharela e licenciada em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Estudei dois anos de Filosofia, mas a burocracia institucional me cansou um pouco, então deixei o que estava me consumindo para ser feliz e segui rumo à Pós-Graduação  "A arte de ensinar Arte" no Instituto Singularidades, onde ri, chorei e aprendi um bocado.

Fui Professora de Artes do Ensino Fundamental 1 e 2 em uma instituição privada de São Caetano do Sul.

O Bakanudu é um sonho antigo que se tornou realidade num domingo de julho de 2018, no meu canto preferido no mundo, Toque-Toque Pequeno, litoral norte de São Paulo. Foi nesse dia que dividi o meu sonho com o meu marido e com a minha filha, que me olharam e disseram: "Tamo junto!"

Subi a serra pensando em cada detalhe desse lugar. No dia seguinte eu já estava escolhendo o imóvel e tudo foi fluindo de forma leve e prazerosa. Foi então que comecei a dividir a novidade com alguns amigos e a perceber o quanto seria legal tê-los no Bakanudu para dividir o sonho, o espaço, o conhecimento e, principalmente, o aprendizado.

Assim nasceu esse espaço de Arte, criatividade, oficinas e encontros.

​Com este espaço crescendo e consolidando-se na cidade, o sonho não parou de crescer. Um dia acordei e percebi que o lugar era pequeno, precisava alçar voos. Foi aí que convidei duas amigas queridas, a Andreia Alvarez e a Elaine Ferreira, ambas artistas.

 A Dé, com o olhar para a restauração, a customização, formada em Direito e Designer de Interiores e a Lan com o teatro, artista educadora, pesquisadora do brincar, formada em Teatro, Pedagogia e Mestra em Artes Cênicas.

Elas aceitaram somar ao meu sonho e construir essa nova história comigo.

Depois desse sim foram dias e noites de conversas e mais conversas, planos e planilhas. Reuniões e devaneios que alimentaram a alma e fizeram o coração explodir de tamanha emoção. A amizade fora fortalecida pelo trio, a casa Bakanuda apareceu com a escada charmosa e tudo foi ganhando corpo. Pudemos, aos poucos, reinventar nosso olhar e o nosso pensar e fazer arte nas paredes da casa. Agora, só o que nos interessa é a alegria de humanizar o outro pelo que nos toca, nos deixa sensíveis e nos possibilita criar teias de saberes conectados com um mundo plural, humanizado e singular na sua diversidade criativa.

Sejam bem-vindos! A casa é nossa!